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	<title>Fission MailedFission Mailed | Fission Mailed</title>
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	<description>Videogames e cultura geek</description>
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		<title>Logitech Cube: isto é um mouse</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 14:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[acessórios]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma fonte, um tablete de chocolate, um estojo hi-tech? Não, isto é um mouse. O Cube foi apresentado ao mundo hoje, e tenta mudar o conceito que você tem de um periférico destes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1246" title="Olhem como isso é pequeno." src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2012/01/logicube.jpg" alt="" width="520" height="241" /></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto vemos os fabricantes de mouse correrem atrás de designs curvilíneos e sinuosos, a Logitech foi na direção contrária, e foi com força. A empresa apresentou hoje via <em><a href="http://www.logitech.com/en-us/172/9614" target="_blank">press release</a></em> o Cube, uma de suas atrações para a feira <a href="http://www.cesweb.org/" target="_blank">CES 2012</a>, que acontece de 10 a 13 de janeiro, em Las Vegas.</p>
<p style="text-align: justify;">O periférico, que não é exatamente um cubo, apresenta formas retas e tamanho diminuto. Sua cobertura cheia de frisos é sensível ao toque, e possibilita que o usuário deslize os dedos sobre ela para uma navegação similar à de uma tela de smartphone (ouviu isso, <a href="http://www.apple.com/br/magicmouse/" target="_blank">Magic Mouse</a>? Concorrência!). Mas a novidade não para por aí: retire o Cube da superfície e ele entra em modo de apresentação, funcionando como um passador-de-slides para suas conferências no trabalho ou na faculdade.</p>
<p style="text-align: justify;">A novidade deve chegar às lojas americanas e europeias já no começo de janeiro de 2012, em versões preta e branca, pelo preço sugerido de 70 dólares. E apesar do formato não usual, acho que podemos dar um crédito à Logitech, que não costuma fazer bobagens quando falamos de qualidade e ergonomia. Ao menos não até agora.</p>
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		<title>Rocksmith comentado por quem entende&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 23:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fellipe Mariano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Geek]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[PS3]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Bittencourt]]></category>
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		<description><![CDATA[Assista ao vídeo do Guitarrista Rafael Bittencourt comentando sobre o jogo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=kchTdODsox4"><img src="http://img.youtube.com/vi/kchTdODsox4/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=kchTdODsox4">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

<p style="text-align: justify;">OK. que jogos musicais já deram o que tinham que dar, pelo menos para alguns, todos já sabem. Mas esse ano um jogo musical com uma proposta bem diferente foi lançado e, apesar do pouco barulho que fez (perdoem a ironia), ele pode ser o que o gênero finalmente precisava.</p>
<p style="text-align: justify;">Rocksmith é um jogo de guitarra que tem como proposta usar instrumentos reais para jogar e aprender a tocar. O jogo conta com sistema de progresso e funciona de modo semelhante ao uma vídeo-aula interativa. Além de poder tocar as músicas de verdade, ele ainda ensina técnicas para usar a palheta, afinação e conta com diversos efeitos que simulam pedais de distorção, overdrive e etc.</p>
<p style="text-align: justify;">No vídeo acima, Rafael Bittencourt &#8211; Guitarrista da Banda brasileira de Metal Angra &#8211; fala um pouco sobre as impressões que ele teve do jogo e os benefícios que ele julga que o jogo pode trazer, não só para os games mas também para toda a didática do ensino de música.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Bittencourt, o jogo pode ajudar a quebrar a barreira do primeiro aprendizado da guitarra ao tornar o processo algo divertido e com resultados praticamente instantâneos. Indo além, ele acredita que esse primeiro contato com o instrumento através do jogo pode mudar a forma de encarar a música em si.</p>
<p style="text-align: justify;">Via <a href="http://www.pop.com.br/games/noticias/reviews/623804-Review-especial-Rocksmith.html?gclid=CJmg2I-ulK0CFQ4j7AodxkGqnA" target="_blank">POP Games</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Focus Pocus: tratamento em forma de Game</title>
		<link>http://fissionmailed.com.br/2011/12/19/focus-pocus-tratamento-em-forma-de-game/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 17:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fellipe Mariano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça o Focus Pocus, iniciativa de tratamento para crianças com "Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade" através de jogos eletrônicos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/12/21.png"><img class="size-medium wp-image-1222 alignleft" title="21" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/12/21-291x300.png" alt="" width="233" height="240" /></a>Não é de hoje que algumas mídias tentam, de diversas formas, estigmatizar os videogames como propagadores de comportamentos ofensivos e violentos. Os argumentos usados não são poucos e variam desde a citação de jogos que &#8220;incentivam&#8221; atos criminosos como a série GTA e passam até mesmo pelo exemplo de possíveis disturbios causados por eles. Apesar dessas tentativas, a indústria de Jogos Eletrônicos tem se mostrado cada vez mais sólida e bem aceita entre as mais diversas camadas sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Como um resultado direto do sucesso dos Games, é normal encontrar iniciativas de outros setores em extrair esse potencial para o beneficio da sociedade ou de sua população. Podemos pegar como exemplo o uso do sensor de movimentos Kinect que tem tido diversas aplicações na área médica e terapeutica. Entretanto, algumas iniciativas vão ainda mais além e buscam desenvolver novas tecnologias de jogos voltadas inteiramente para o uso médico, esse é o caso do Focus Pocus.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mindwave1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1217" title="mindwave" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mindwave1.jpg" alt="" width="144" height="176" /></a>Focus Pocus é o conjunto de um software com um headset específico que permite ao jogador controlar e realizar atividades em alguns mini-games utilizando apenas seus impulsos cerebrais. O game foi desenvolvido para auxiliar no tratamento de crianças com<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_do_d%C3%A9ficit_de_aten%C3%A7%C3%A3o_com_hiperatividade" target="_blank"> transtorno de déficit de atenção e hiperatividade</a>. A intenção do jogo é estimular a prática de exercícios de concentração, relaxamento e memória nas crianças afetadas pelo transtorno. A temática do jogo é baseada em transformar a criança em um Mago, usando os recursos em tempo real de eletroencefalografia (que permitem captar os impulsos elétricos cerebrais) para controlar essa mago e acertar feitiços em goblins na floresta, encontrar um livro na biblioteca ou se equilibrar enquanto voa em uma vassoura. Ao todo, o jogo possui 12 atividades a serem realizadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Goblin-Bashing.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1213" title="Goblin-Bashing" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Goblin-Bashing.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Após algumas atividades o software gera um relatório sobre o desempenho da criança e sugere algumas atividades específicas do jogo para estimulá-las. Também é possível para os pais acessaram diarimamente o jogo e verificarem o desempenho do jogador, além de monitorar o tempo que a criança passou em cada atividade e, caso desejem, desbloquear recursos extras para a criança como forma de recompensá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Focus Pocus foi um trabalho conjunto da NeuroSky  e NeuriCog Solutions(criadoras de softwares controlados por impulsos cerebrais) e da desenvolvedora Roll7. O pacote contendo o headset mais o jogo custa U$ 249,90 e pode ser adquirido diretamente no site da fabricante <a href="http://www.neurocog.com.au/" target="_blank">NeuroCog</a>.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=1GixLL6SD1c"><img src="http://img.youtube.com/vi/1GixLL6SD1c/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=1GixLL6SD1c">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

<p style="text-align: justify;">Via <a href="http://gamepolitics.com/2011/10/18/focus-pocus-game-helps-children-adhd" target="_blank">Game Politics</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Halo: Anniversary &#8211; Um tributo digno</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 12:09:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fellipe Mariano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[343 Industries]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
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		<category><![CDATA[microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Halo: Combat Evolved Anniversary é uma edição comemorativa dos 10 anos da consagrada série de jogos e, como tal, traz a campanha do primeiro jogo totalmente refeita com gráficos atuais porém, mantendo a mesma jogabilidade original.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/microsoft-release-new-halo-anniversary-teaser-trailer.jpg"><img class="size-full wp-image-1152 aligncenter" title="LOGO" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/microsoft-release-new-halo-anniversary-teaser-trailer.jpg" alt="" width="596" height="338" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quando joguei <em>Halo: Combat Evolved</em> pela primeira vez, lá pelos idos de 2002, lembro-me de ter ficado impressionado. Na época, o jogo contava com o que havia de mais avançado em termos de gráficos e Inteligência Artificial mas cativava mesmo por causa de seu clima e enredo que conquistaram uma legião de fãs durante a ultima década. <strong>Halo: Combat Evolved Anniversary</strong> é uma edição comemorativa dos 10 anos da consagrada série de jogos e, como tal, traz a campanha do primeiro jogo totalmente refeita com gráficos atuais porém, mantendo a mesma jogabilidade original.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relembrando o início</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Halo: Combat Evolved conta a história de John-117, também conhecido como Master Chief, um super-soldado que se torna a última esperança da humanidade em um guerra travada contra a aliança alienigena <em>Covenant</em> (na tradução oficial &#8220;A irmandade&#8221; ou &#8220;O Pacto&#8221;). Em estado de animação suspensa abordo da Nave &#8220;Pillar of Autumn&#8221;, Master Chief é colocado de volta a ativa com a missão de proteger Cortana, uma inteligência artificial que possui dados vitais sobre a humanidade e que, caso caia nas mãos dos <em>Covenants</em>, pode se tornar a ruína da raça humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da história parecer cliché (e em alguns pontos ela realmente é) o jogo a conta com maestria, aprofundando gradativamente o jogador em seu universo ficcional sem exagerar nos detalhes. O brilho da narrativa é justamente o fato dela ser contada através de ações do jogador (semelhante ao primeiro <em>Half-Life</em>) e introduzindo diálogos e <em>cutscenes</em> apenas em momentos chaves, tornando a experiência mais dinâmica. <em>Anniversary</em> ainda amplia o universo do jogo através dos <em>terminals</em> &#8211; locais das fases onde é possível desbloquear vídeos inéditos sobre a história &#8211; algo que não estava presente no jogo original.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/h15.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1166" title="01" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/h15-1024x576.jpg" alt="" width="553" height="311" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Assumindo controle</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Possivelmente a melhor característica do <em>Halo: Combat Evolved</em> e que foi preservada em <em>Anniversary</em> são os controles: simples, funcionais e eficientes. O jogo traz de volta a jogabilidade clássica sem tirar nem por (com a única excessão do botão &#8220;back&#8221; que alterna entre os gráficos clássicos e os refeitos) e é impressionante descobrir como ela ainda se mostra muito atual e conveniente. Como um adicional ao controles, Anniversary possui a opção de se realizar algumas ações através de comandos de voz do Kinect. Ações como recarregar e ativar a lanterna podem ser facilmente executadas com o simples falar de <em>&#8220;grenade&#8221;</em> e <em>&#8220;flashlight&#8221;</em> e apesar da ressalva dos jogadores quanto a isso, os comandos de voz funcionam como o esperado.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando em comando de voz, eis mais uma das novidade do remake: uma biblioteca (<em>library</em>) de objetos. Durante o jogo, quando falamos a palavra<em> &#8220;analyze&#8221;</em> no Kinect, ele ativa a opção de análise de ambientes onde objetos marcados de vermelho podem ser análisados com o comando de voz <em>&#8220;scan&#8221;</em> e podem ser consultados posteriormente na <em>&#8220;library&#8221;</em> no menu inicial. As informações da <em>&#8220;library&#8221;</em> incluem dados básicos como peso, raça, origem e um pequeno histórico do objeto, pessoa, equipamento ou <em>covenant</em> analisado. Além disso, para cada um dele é possível manipular um modelo em 3D, seja através do controle tradicional ou dos comandos de gestos do Kinect.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/h2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1164" title="02" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/h2-1024x576.jpg" alt="" width="553" height="311" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lock &#8216;n Loaded</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os anos 2000 eram uma época em que os <em>FPS</em> eram mais do que armas grandes e<em> headshots</em>, em <em>Halo</em> mais importante do que atirar como um louco era saber como atirar. Cada inimigo possuia suas próprias características e requeria uma estratégia diferenciada. Da mesma forma, cada arma era única em suas funções e modo de usar e era mais adequada para cada tipo de inimigo. Essa mecânica e característica foi preservada em todos os jogos seguintes da série e em <em>Anniversary</em> não foi diferente. Munição é outra preocupação constante já que as armas dos <em>Covenants</em> não podem ser recarregadas (apenas trocadas por outras) e as armas humanas gastam bastante munição para derrubar os inimigos. Saber escolher entre elas é o primeiro passo para o sucesso em combate.  E para tornar as coisas ainda melhores, os  inimigos permaneceram com a mesma - excelente &#8211; Inteligência Artificial do jogo original, então espere combates difíceis mesmo na dificuldade padrão do jogo. No quesito combate, basicamente a única novidade e mudança é a inclusão de um modo cooperativo, seja em <em>multiplayer</em> local ou pela <em>Xbox Live</em>. Esse é um aspecto que pode não agradar a todos pois modifica de forma considerável a experiência original mas, é algo opcional. Já na campanha, além dos mencionados &#8220;terminais&#8221; também temos a adição das caveiras, itens coletáveis que, quando ativos, acrescentam modificações na campanha como: menor quantidade de munição encontrada normalmente, jogar sem o HUD, escudo que não regenera e etc.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/9fccbf41-4cc6-4f6d-8344-9136fe71aed1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1157" title="9fccbf41-4cc6-4f6d-8344-9136fe71aed1" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/9fccbf41-4cc6-4f6d-8344-9136fe71aed1.jpg" alt="" width="583" height="329" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Espelho, espelho meu&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acima de tudo que já foi mencionado, possivelmente a maior e melhor característica do jogo foram seus gráficos refeitos. Aqui não estamos falando de uma roupagem <em>HD</em> ou uma adaptação com texturas em alta definição, <em>Anniversary</em> traz cada detalhe possível do jogo totalmente remodelado seguindo os padrões de jogos dessa geração. Mais do que isso, <em>Anniversary</em> é capaz ainda de agradar ao mais chato e fresco dos fãs da série e permite que, com o simples apertar de um botão, o jogo desligue o motor gráfico atual e execute o jogo utilizando o antigo, junto com todos os <em>assets</em> originais tais como veículos, cenários, armas e personagens. Brincar de ativar e desativar o modo gráfico clássico é algo que me vi fazendo durante todo o decorrer do jogo. Fazer isso também evidencia que não se trata de um simples remake mas sim de um trabalho cuidadoso de tentar unir o velho ao novo sem ofender a nenhum dos dois &#8211; algo que demostra todo o respeito dos desenvolvedores com o jogo original. Completando o pacote temos também toda a trilha sonora sendo reexecutada (e não simplesmente remasterizada) pela <em>Skywalker Orchestra</em> em um trabalho cuidadoso de reinterpretação da trilha clássica do jogo. Novamente, para quem preferir, o jogo dá a opção de alternar a trilha original com a regravada através do menu de opções.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/halo_anniversary_graphical_comparison.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1167" title="halo_anniversary_graphical_comparison" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/halo_anniversary_graphical_comparison.png" alt="" width="585" height="360" /></a></p>
<p><strong>Pegando emprestado de Reach</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez o único contra que eu realmente encontrei no jogo foi o <em>multiplayer online</em>. Não que ele seja ruim, pelo contrário trata-se do aclamado multiplayer de <em>Halo: Reach</em> com a adição dos mapas clássicos do <em>Halo: Combat Evolved</em> refeitos para os padrões atuais. O problema é justamente esse, após uma campanha totalmente refeita com o enorme cuidado de se preservar cada elemento do jogo original, temos um multiplayer que não tem conexão alguma com o jogo original e ainda se utiliza de mecânicas e recursos do jogo mais recente da série. Eu ia dizer que a sensação era a de estar jogando outro jogo, mas descobri que não era somente sensação, eu realmente estava jogando <em>Reach</em> dentro de <em>Anniversary</em>. Pra completar, os <em>achievements</em> (conquistas em PT-BR) do modo <em>multiplayer</em> são desbloqueados dentro da listagem de conquistas de <em>Reach</em>. Basicamente o que o jogo faz é vir com o <em>multiplayer</em> de <em>Reach</em> incluso no pacote, com a desvantagem de só podermos jogar os <em>remakes</em> dos mapas clássicos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/2904a3b3-0697-4e1f-bbea-43b471713490.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1158" title="2904a3b3-0697-4e1f-bbea-43b471713490" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/2904a3b3-0697-4e1f-bbea-43b471713490.jpg" alt="" width="583" height="329" /></a></p>
<p><strong>Concluindo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui no Brasil uma grande parte de jogadores não tiveram o primeiro contato com a série através do primeiro <em>Halo</em>. O primeiro <em>Xbox</em> não teve grande aceitação em terras brasileiras (onde o <em>Playstation 2</em> dominava as vendas) e a versão para PC de <em>Halo</em>, apesar de ter feito sucesso no Brasil, não foi adotada massivamente como outros shooters da mesma época como <em>Counter-Strike</em>. Para essas pessoas que não conheciam a aventura original, &#8220;Halo Anniversary&#8221; é a melhor maneira de ter esse &#8220;primeiro&#8221; contato. Para aqueles que já conheciam o jogo, ele oferece uma experiência interessante que combina a mesma jogabilidade e clima originais e implementa novos elementos e gráficos dando um novo fôlego a um jogo que possui 10 anos de vida.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/F1J3z_2Uep8?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Images e vídeo: <strong>Divulgação Microsoft.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Relembrando a excentricidade de &#8220;The Typing of the Dead&#8221;</title>
		<link>http://fissionmailed.com.br/2011/11/30/relembrando-a-excentricidade-de-the-typing-of-the-dead/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 14:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[dreamcast]]></category>
		<category><![CDATA[sega]]></category>
		<category><![CDATA[teclado]]></category>

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		<description><![CDATA[Para mim é um fato: existiu uma época em que a Sega poderia por em prática qualquer maluquice que viesse em sua cabeça. The Typing of the Dead é uma delas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1184" title="The Typing of the Dead" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Untitled-5.jpg" alt="" width="610" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns dizem que é puro saudosismo, mas para mim é um fato: existiu uma época em que a Sega poderia por em prática qualquer maluquice que viesse em sua cabeça. Quem não se lembra de Crazy Taxi, o hit dos arcades que explodiu em popularidade no Dreamcast? Uma ideia ridícula de simples, que simplesmente funcionava. Passando para coisas mais obscuras, e o memorável <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Seaman_(video_game)" target="_blank">Seaman</a>? Levando a ideia de pet virtual a outro patamar, o homem-peixe fez sucesso entre os entusiastas.</p>
<p style="text-align: justify;">O bacana disso tudo é que os jogos interessantes não precisavam ser títulos A++ em popularidade. Eles poderiam simplesmente cobrir um nicho e ganhar uma cara de, digamos, Lado B. É mais ou menos esse o caso de <em>The Typing of the Dead</em>. &#8220;A digitação dos mortos, cuma?!&#8221;. O jogo pega carona em <em>The House of the Dead</em>, grande sucesso da Sega nos anos 90. Seu universo é basicamente o mesmo, mas a mecânica muda: ao invés de miras e do uso de pistolas, <em>The Typing</em>, como sugere seu título, utiliza o teclado do Dreamcast como controle principal: aparecem caracteres na tela e é necessária sua digitação rápida e precisa para detonar os inimigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como o próprio teclado para Dreamcast, o jogo acabou não sendo muito popular em vendas ou conhecimento do público. Mas, principalmente hoje em dia, isso não é um problema. Tempos depois, este acabou sendo um verdadeiro professor de digitação para muitos <em>gamers</em>, pois exige concentração e rapidez em níveis crescentes de dificuldade. Isso sem falar nas piadas que o jogo faz consigo mesmo como se estivesse &#8220;falando sério&#8221;. Vejam o vídeo que fiz abaixo e confiram com seus próprios olhos.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ce8-TsqlBO4"><img src="http://img.youtube.com/vi/ce8-TsqlBO4/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ce8-TsqlBO4">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>
</p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Videogames: Ultrapassados? Nunca!</title>
		<link>http://fissionmailed.com.br/2011/11/29/videogames-ultrapassados-nunca/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 01:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lujon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>

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		<description><![CDATA[Playstation 3, Xbox 360, Wii e os mais novos consoles portáteis nunca estiveram tão poderosos. Seus gráficos são de deixar qualquer um de queixo caído e sua jogabilidade aproxima cada vez mais o jogador do mundo virtual. É poder demais para o ser humano controlar. Mas o que seria desses consoles sem aqueles que vieram antes deles? Playstation 2,  Game Cube, Dreamcast, Xbox, Nintendo DS, PSP, Playstation, Nintendo 64, Sega Saturn, SNES, Mega Drive, Master System, Game Boy etc. Todos esses consoles tiveram e ainda tem uma grande importância no mundo dos games, cada um com suas próprias qualidades e jogos únicos que inspiraram toda uma geração de jogadores. Infelizmente, muitos deles foram esquecidos e abandonados por terem se tornado “ultrapassados”, segundo dizem. Muitos jogadores, atualmente, criticam e dispensam jogos que não apresentam grandes atributos técnicos, exigindo sempre mais realismo e perfeição. Uma frase típica de se ouvir é: “Ah, pára, esse jogo não tem gráfico bom”. Desde quando um jogo é feito somente de gráfico? Por outro lado, há ainda uma grande quantidade de jogadores que continuam se divertindo com os jogos clássicos, a maioria são jovens e adultos que cresceram acompanhando a evolução dos videogames – pessoas que assopravam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/sonic-the-hedgehog-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1176" title="Videogames: Ultrapassados? Nunca!" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/sonic-the-hedgehog-2.jpg" alt="" width="384" height="269" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Playstation 3, Xbox 360, Wii e os mais novos consoles portáteis nunca estiveram tão poderosos. Seus gráficos são de deixar qualquer um de queixo caído e sua jogabilidade aproxima cada vez mais o jogador do mundo virtual. É poder demais para o ser humano controlar. Mas o que seria desses consoles sem aqueles que vieram antes deles? Playstation 2,  Game Cube, Dreamcast, Xbox, Nintendo DS, PSP, Playstation, Nintendo 64, Sega Saturn, SNES, Mega Drive, Master System, Game Boy etc. Todos esses consoles tiveram e ainda tem uma grande importância no mundo dos games, cada um com suas próprias qualidades e jogos únicos que inspiraram toda uma geração de jogadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, muitos deles foram esquecidos e abandonados por terem se tornado “ultrapassados”, segundo dizem. Muitos jogadores, atualmente, criticam e dispensam jogos que não apresentam grandes atributos técnicos, exigindo sempre mais realismo e perfeição. Uma frase típica de se ouvir é: “Ah, pára, esse jogo não tem gráfico bom”. Desde quando um jogo é feito somente de gráfico? Por outro lado, há ainda uma grande quantidade de jogadores que continuam se divertindo com os jogos clássicos, a maioria são jovens e adultos que cresceram acompanhando a evolução dos videogames – pessoas que assopravam e lambiam cartuchos para fazer o jogo rodar, e torcendo para que não desse tilt.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, o cenário mudou radicalmente. Os jogos tomaram outro rumo. Agora, os grandes estúdios estão preocupados em criar histórias mais ricas, gráficos e jogabilidades mais realistas para um público que vem se tornando mais exigente a cada dia. Um grande desafio, sem dúvida, é manter aquela mesma essência que os jogos mais antigos sempre tiveram. Há quem diga que até os mais novos consoles já estão ficando ultrapassados. Até mesmo algumas desenvolvedoras já disseram que os consoles atuais estão limitando sua capacidade de criação. Uma nova geração de consoles é mesma tão necessária? Em 2012 chegará o Wii U, e talvez, quem sabe, a Sony e a Microsoft também não nos surpreenda com mais tecnologia. É realmente incrível a qualidade que é possível encontrar nos jogos modernos, mas ainda sim, sinto falta dos tempos dos cartuchos, da época em que se tropeçava no fio do videogame e o mesmo vinha ao chão, da época em que o Sonic só corria para os lados e pulava&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa é certa: enquanto houver uma alma no mundo que ainda jogue Super Mario World, Pac – Man, Space Invaders;  gaste fichas no fliperama com The King of Fighters; baixe roms para seu emulador de Nintendo 64 etc. Os videogames nunca se tornarão ultrapassados!</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>9 contribuições do Xbox para os consoles atuais.</title>
		<link>http://fissionmailed.com.br/2011/11/17/9-contribuicoes-do-xbox-para-os-consoles-atuais/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 16:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fellipe Mariano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Entenda como o primeiro Xbox ajudou a revolucionar e moldar a industria de consoles.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Xbox-10-years.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1133" title="Xbox-10-years" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Xbox-10-years.jpg" alt="" width="620" height="302" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Essa semana, mas específicamente na terça-feira (15), o console Xbox &#8211; primeira investida oficial da Microsoft no ramo de consoles &#8211; completou 10 anos. Em comemoração ao aniversário do console, um remake do primeiro jogo da série Halo foi lançado nos EUA (e está tendo seu lançamento no Brasil enquanto escrevo essa postagem). Passados dez anos, é possível analizar como a caixa preta da Microsoft contribuiu e influenciou a forma como jogamos em nossos consoles, seja para o bem ou para o mal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O nascimento de um Media Center</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os consoles atuais já são capazes de executar filmes, visualizar imagens e abrir uma dezena de formatos de arquivos diferentes mas, em 2001, o Xbox era praticamente o único videogame tentando fazer mais do que apenas executar jogos. Seu rival &#8211; o Playstation 2 &#8211; executava DVDs de formata nativa, bastava inserir o disco e Voilá!. No Xbox era necessário um adaptador específico para execução de DVDs. Colocando essa desvantagem de lado, o Xbox era o único console que permitia que você &#8220;ripasse&#8221; músicas de CDs, guardasse elas em seu HDD e tocasse elas enquanto jogava. Posteriormente, os hackers desbloquearam opções que permitiam executar vídeos e visualizar fotos, um enorme avanço para a época e algo obrigatório em qualquer console que venha a existir apartir de então.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Multiplayer Local? Claro!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">OK. O Xbox não foi o primeiro console a valorizar o multiplayer local, antes dele o Nitendo 64 e o Dreamcast já haviam incorporado as quatro entradas para joystick possibilitando uma jogantina entre amigos. De fato, nesse ponto o Xbox apenas seguiu a tendência porém, em uma época que o Online começava a tomar força nos consoles, o Xbox conseguiu incorporar de forma satisfatória tanto os elementos online e offline do multiplayer (e eventualmente integrando os dois). Ele também foi o primeiro console a possibilitar o system-link para até outros três consoles, permitindo um multiplayer local de 16 pessoas! (Enquanto isso, em terras nipônicas, o Playstation 2 necessitava de um adaptador multi-tap para que se pudesse jogar com mais de dois jogadores locais)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/g_xbox1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1138" title="XBOX" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/g_xbox1.jpg" alt="" width="228" height="195" /></a>Definindo a alta definição</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Televisores de alta definição só se tornaram populares entre a classe-média a poucos anos porém, o Xbox original já antevia essa tecnologia. O console era capaz de gerar uma resolução de 720p, com suporte a formato de tela widescreen (algo inédito nos games até então). Se você tivesse uma TV HD no começo dos anos 2000, o Xbox era praticamente sua única opção de compra. Anos mais tarde, tanto o seu sucessor &#8211; Xbox 360 &#8211; como o sucessor de seu rival &#8211; Playstation 3 &#8211; se valem de gráficos de alta resolução.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Controle Familiar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não. Não estamos falando do seu Joytick peculiar, mas sim de um recurso que já existia em outras mídias mas que os consoles ainda não haviam adotado. O Xbox foi o primeiro console a permitir que os pais bloqueassem conteúdos impróprios (como jogos M-Mature ou T-Teen), além de permitir um controle de tempo de jogos. Esse não é um recurso muito popular mas se tornou item padrão em uma série de eletrônicos em geral (inclusive outros consoles). O recurso foi totalmente aprimorado no Xbox 360 e tem sido um grande recurso nas mãos de pais de crianças gamers.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Consoles também tem vida social</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Jogar online não era novidade em 2001, dezenas de jogos para PC já possuiam essa opção a um bom tempo. Nos consoles o Dreamcast já tinha experimentado o multiplayer pela internet em jogos como o Quake III: Arena. O que o Xbox tentava fazer não era apenas possibilitar ao usuário as partidas online mas sim criar uma comunidade ativa de jogadores. Para alcançar esse objetivo a Microsoft criou a Xbox LIVE que, dentre outras coisas, possuia um ID unificado para todos os jogos, chat de voz, sistema de mensagens, convites e atualizações de sistema. Com isso, a Microsoft aproximava a experiência dos consoles a dos PCs e definia os padrões a serem adotados nas futuras redes online de consoles.<a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Xbox_Live_50_500.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1144" title="Xbox_Live_50_500" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Xbox_Live_50_500.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distribuição Digital aqui vamos nós!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Poucas pessoas sabem mas, a Xbox Live Arcade não estreou no Xbox 360. Antes de 2005 (ano de lançamento do X360) a XBLA era um experimento no Xbox original, uma espécie de teste para verificar a viabilidade dela como plataforma. No início, a XBLA era algo quase obscuro, para se ter acesso era necessário conseguir um CD de instalação junto com a Microsoft (ou com aquele seu amigo nerd descolado que sempre sabe das coisas). Outra surpresa: Ao contrário da atual, a primeira encarnação da Live Arcade contava com apenas 27 títulos, com preços variando entre U$5-10. O experimento durou apenas uma ano, quando o Xbox 360 foi lançado com a versão definitiva da Live. Será que nós teríamos a PS Store e a Wiiware sem a Live? Talvez não&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Expansion Packs? Nunca mais&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns veem os DLCs como o mal dessa geração, outras dizem que é a rendenção e última esperança da indústria de jogos eletrônicos. Independente da opinião que você defende, os conteúdos por download para consoles nasceram no Xbox quando empresas como a Bungie (Halo 2) e a Team Ninja (Ninja Gaiden) começaram a lançar conteúdos novos para seus jogos através de downloads. Antes disso, DLCs eram limitados apenas aos PCs, enquanto nos consoles você precisava esperar o lançamento de uma nova versão do jogo para receber conteúdo novo de sua franquia favorita. É claro, no Xbox os DLCs ainda eram algo tímido, mas foi nele que tudo começou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Armazenamento em HD</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Deixando o saudosismo de lado, os odiosos memory cards de PS/PS2 eram algo bem limitado. Seus 8Mb de espaço mau davam pra salvar o progresso de seus jogos (forçando você a comprar uma dúzia deles pra poder manter o progresso de todos os seus jogos). O Xbox rompeu com isso, um HD interno de 8Gb permitia salvar a campanha de seus jogos, DLCs e jogos da XBLA. Apesar disso, a caixa preta não abriu mão dos memory cards, até mesmo porque poderia pintar aquela vontade de jogar na casa de seu amigo e com isso um memory card era a maneira ideal de transportar seus saves de um console para o outro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Updates de Firmware</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Gostando ou não, atualmente seu console recebe atualizações diretamente pela internet graças ao Xbox original. A Microsoft colocava a Live em manutenção durante um dia, e ao retornar tinhamos diversos novos recursos disponíveis, além da correção de eventuais bugs do sistema. Antes da Live, seu hardware se mantinha o mesmo (com os mesmo bugs) até que um novo console fosse lançado. Graças a essa iniciativa, tanto jogos quanto os próprios consoles tem seus erros críticos e bugs corrigidos e atualizados diretamente do conforto de sua casa sem quase nenhuma interferência sua. Mas isso graças a iniciativa do primeiro Xbox.</p>
<p>[<a href="http://xbox360.ign.com/articles/121/1212514p2.html" target="_blank">Ten Incredible Gifts Xbox Gave Modern Gaming</a> - Via: IGN] (em Inglês)</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Blitz 3D: um ambiente simples e poderoso para a criação de games</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 23:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lujon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Blitz 3D]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento de jogos]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>

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		<description><![CDATA[Criar jogos sempre foi e continua sendo o sonho de muitos gamers. Com o avançar do tempo, novos mecanismos e tecnologias surgiram com o objetivo de otimizar cada vez mais o processo de desenvolvimento de um jogo. Hoje em dia, na internet, é possível encontrar disponível para download diversas ferramentas, como game engines, que oferecem todo um ambiente preenchido de recursos para criar jogos de maneira eficiente e eficaz. Modelagem de personagens e cenários, criação de roteiro, trilha sonora, programação e game design são alguns dos elementos presentes na elaboração de um jogo. Sem dúvida, um dos elementos mais importantes é a programação. A programação é a parte responsável por dar vida ao jogo, criar a jogabilidade, os movimentos, a Inteligência Artificial etc. Sem ela os games não existiriam. Quando os primeiros jogos surgiram tudo era feito por programação, e esse cenário continuou assim por bastante tempo. Blitz 3D é uma linguagem de programação e uma ótima ferramenta para elaboração de jogos e outras aplicações gráficas. Ela foi criada pela Blitz Research, uma empresa de desenvolvimento de software dedicada a construir ferramentas para fazer jogos. Sendo a terceira versão de uma série de outras linguagens, Blitz 3D oferece um ambiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Criar jogos sempre foi e continua sendo o sonho de muitos gamers. Com o avançar do tempo, novos mecanismos e tecnologias surgiram com o objetivo de otimizar cada vez mais o processo de desenvolvimento de um jogo. Hoje em dia, na internet, é possível encontrar disponível para download diversas ferramentas, como game engines, que oferecem todo um ambiente preenchido de recursos para criar jogos de maneira eficiente e eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Modelagem de personagens e cenários, criação de roteiro, trilha sonora, programação e game design são alguns dos elementos presentes na elaboração de um jogo. Sem dúvida, um dos elementos mais importantes é a programação. A programação é a parte responsável por dar vida ao jogo, criar a jogabilidade, os movimentos, a Inteligência Artificial etc. Sem ela os games não existiriam. Quando os primeiros jogos surgiram tudo era feito por programação, e esse cenário continuou assim por bastante tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/B.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1102" title="Blitz 3D" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/11/B.jpg" alt="" width="320" height="256" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Blitz 3D é uma linguagem de programação e uma ótima ferramenta para elaboração de jogos e outras aplicações gráficas. Ela foi criada pela Blitz Research, uma empresa de desenvolvimento de software dedicada a construir ferramentas para fazer jogos. Sendo a terceira versão de uma série de outras linguagens, Blitz 3D oferece um ambiente simples de usar e poderoso, sendo bastante recomendada para iniciantes. Permite criar jogos em 2D e 3D para o Windows utilizando o DirectX7, importar modelos mapeados criados a partir de programas de modelagem, sons e imagens de diferentes formatos, criar interfaces gráficas no Windows, apresenta sistemas de câmera e iluminação, entre muitos outros recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">O grande diferencial é que a linguagem possui uma sintaxe muito fácil de entender, não precisando ser um especialista, ou ter um conhecimento prévio em programação para usá-la, embora isso já ajude bastante a acelerar o aprendizado. Com apenas algumas horas de dedicação é possível criar projetos de qualidade. Sua capacidade de processamento é muito boa, podendo gerar, pelo que pude observar gráficos próximos, talvez até melhores, do que os de Nintendo 64 e Playstation. Não chega a ser incrível como os gráficos realistas de última geração, mas utilizando a criatividade dá pra fazer coisas muito legais. Certamente é uma boa opção para quem está começando a se interessar pela área de desenvolvimento de jogos, mais precisamente por programação. Ao contrário de outros ambientes, seus recursos só podem ser utilizados por meio de programação, o que pode assustar algumas pessoas que não gostam de lidar com essa área.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo segue o vídeo de dois games criados a partir de Blitz 3D:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.master-of-defense.com/">Master of Defense </a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XNPXkbsqZ70"><img src="http://img.youtube.com/vi/XNPXkbsqZ70/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XNPXkbsqZ70">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>
</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.tecno-base.com/">Tecno the Base</a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px;"><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=R4f0puzDxWU"><img src="http://img.youtube.com/vi/R4f0puzDxWU/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=R4f0puzDxWU">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>
<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">No <a href="http://www.blitzbasic.com/Home/_index_.php">site oficial da empresa</a> é possível fazer download de todo o ambiente, que possui duas versões: uma comercial, que custa US$ 100, e uma gratuita para estudos. A diferença é que a gratuita não permite gerar um arquivo executável do seu jogo, necessitando que o mesmo seja executado dentro do próprio ambiente de desenvolvimento, e tem algumas limitações quanto ao tamanho de alguns arquivos que podem ser usados. Fora isso, a versão gratuita oferece os mesmos recursos da versão comercial. Na página, também é possível encontrar tutoriais, fóruns de discussão e jogos de diversos estilos diferentes criados a partir dessa linguagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O ambiente também fornece:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Um compilador – Programa responsável por transformar os códigos escritos na linguagem Blitz 3D (E demais linguagens de programação de alto nível) em um código compreendido pelo computador, sendo capaz de ser executado pela máquina, e, caso a versão adquirida seja a comercial, gerar um arquivo executável;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Um Debug (Depurador de erros) &#8211; Verifica se os códigos escritos ao serem executados estão corretos. Identifica erros, e caso haja, mostra uma mensagem do problema ao usuário;</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Exemplos prontos de jogos e aplicações gráficas que ajudam o usuário no aprendizado da linguagem, incluindo tutoriais e documentos sobre os comandos e referências da mesma.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Essa versão só funciona no Windows, já a versão mais recente, Blitz Max, permite que o jogo seja feito para Linux e outros sistemas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Conheça 60 jogos que chegarão em breve ao 3DS</title>
		<link>http://fissionmailed.com.br/2011/10/27/conheca-60-jogos-que-chegarao-em-breve-ao-3ds/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 04:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Vídeo reúne todos os principais lançamentos do portátil dos próximos meses.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por certo tempo, os donos (como eu) de um <strong>3DS</strong> ficaram em meio a uma seca de jogos para o portátil.</p>
<p style="text-align: justify;">Um vídeo no <strong>YouTube</strong>, do usuário <strong>palancas7</strong>, demonstra que esses dias de sofrimento estão perto de chegar ao fim: reunindo 60 dos próximos lançamentos para o console, os meses que virão estão recheados de opções para todos os gostos. Difícil vai ser ter dinheiro para jogar tudo&#8230;</p>
<p><object width="500" height="281"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BsW6TksMqR4?version=3&#038;feature=oembed"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BsW6TksMqR4?version=3&#038;feature=oembed" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="281" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Quais dos mostrados vocês irão jogar?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Atualizado] Rockstar anuncia &#8216;GTA V&#8217;</title>
		<link>http://fissionmailed.com.br/2011/10/26/rockstar-anuncia-gta-v/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 05:51:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Cunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Site oficial da empresa foi modificado para a divulgação do título.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por muito tempo, todos se perguntaram por onde estaria <em>Grand Theft Auto V</em>, já que a <strong>Rockstar</strong> nunca soube responder direito a pergunta.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que, sem mais nem menos, a empresa troca o seu site oficial por um logo enorme do novo GTA, trazendo também a informação de que seu primeiro trailer será divulgado no dia <strong>2 de novembro</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Surpreso? Nós também. Que comecem as apostas para tentar advinhar qual será a época e o local abordados dessa vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Até daqui a alguns dias.</p>
<p><a href="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/10/gta5.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1071" title="gta5" src="http://fissionmailed.com.br/wp-content/uploads/2011/10/gta5-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p><strong>ATUALIZADO EM 02/11 ÀS 14:15h</strong></p>
<p>O trailer acaba de ser divulgado, confira abaixo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QkkoHAzjnUs"><img src="http://img.youtube.com/vi/QkkoHAzjnUs/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QkkoHAzjnUs">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

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